domingo, 8 de dezembro de 2013

A preparação



Nos meses que se seguiram, entre os preparativos do casamento, parávamos um ou outro momento para pesquisar sobre o nosso destino. O que faríamos por lá? Que lugares visitaríamos? E detalhes como celulares, internet, GPS, mapas, transporte?

Uma das principais dicas que nos deram foi o Roma Pass. O que é isso?

O Roma Pass é um cartão, que pode ser comprado em diversos pontos da cidade, que lhe concede uma série de vantagens. Uma delas é o trânsito livre utilizando o transporte público, seja ônibus ou metrô. Ele é válido por 3 dias. Fora isso, ele concede duas entradas gratuitas nas duas primeiras atrações que você escolher, além de desconto nas demais.


Ele pode ser ou não vantajoso para o turista. Isso vai depender de quantos dias você vai ficar na cidade e de quais atrações você vai usar nas duas primeiras vezes. Para nós, acabou sendo bastante útil, principalmente pelo fato de não conhecermos bulhufas do local, estarmos sem nenhum guia, além de poder ter a segurança de que poderíamos rodar à vontade e pegar quantos transportes quiséssemos, sem nos preocuparmos em ter que ficar comprando tickets. Fora o apoio por telefone, inclusive em português, no caso de uma necessidade.

Outra dica que nos deram foi sobre desativar a internet no celular, para quem tem chip pós-pago. Dizem que, caso isso não seja feito, o celular pode gerar uma conta astronômica. 


Quanto à internet, o hotel que escolhemos fornecia wi-fi gratuita, mas vimos que a maioria deles cobra pelo serviço. Já nas ruas, qualquer estabelecimento fornece o serviço para os clientes. É só entrar, consumir algo e pedir a senha. Outra possibilidade é comprar um chip telefônico pré pago local. Não tivemos uma boa experiencia com isso, mas foi por culpa exclusivamente nossa. Depois conto com mais detalhes.

E compras? Vale a pena comprar por lá? A maior parte das pessoas deixava claro que Roma não era, exatamente, um lugar para economizar. Pense assim: se algo custa $50 dólares nos EUA, em Roma ele vai custar 50 euros. Como o dólar estava, na época, na faixa de R$2,40 e o euro a R$3,20, concluímos que lá não é um lugar bom para comprar aparelhos eletrônicos, por exemplo. Não vimos vantagem nem no próprio Duty Free. Pelo menos, não nos itens que gostaríamos de comprar. Sairia mais barato importar dos EUA.

Verificar a condição do passaporte também é fundamental. Eu não tinha um e tive que correr atrás. Esse não é um documento que você tira de um dia para o outro, então, o providencie com antecedência. Elane tinha, mas já estava vencido. Foi preciso fazer outro.

Outro detalhe importante foi saber a condição provável do tempo no local. Como a viagem era em novembro, descobrimos que faria um frio relativo e chuva. Muita chuva! Isso é fundamental para saber o tipo de roupa que você vai precisar levar. Eu mesmo não tinha nenhum tipo de roupa de frio, tive que correr atrás!



Por fim, fomos definir quais locais eram obrigatórios para a visitação e quais eram opcionais. Nessa brincadeira, o Google Street foi usado e abusado. Rodamos tanto, virtualmente, pelas ruas de Roma que, quando passamos lá de verdade, a cidade já nos parecia uma velha conhecida.



Depois, foi só esperar o dia chegar!


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